A canção dos homens é a mesma.
A dor é a mesma.
E o coração sente a hora que chega o ato de tentar.
A minha vida constroi-se como um amontoado de sensações estranhas.
Não tenho medo disso. Somos guerreiros.
Meu amor amanhece afável as todas manhãs saudoso.
É adorável o caos.
Retirar-lhes o perfume é um desacato à minha insensatez! (Direitos autorais reservados)
sábado, 5 de março de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
É na superfície da noite que a alma branca salta sobre as vísceras dos olhos, enquanto uma sensação de liberdade que bate no rosto pelo vento das sete horas faz adormecer as pálpebras leves. A brisa que há nos fins de tarde, bem aqui, eleva na cor das nuvens nenhum desejo, motivo. Faz brotar no ar um suspiro longo, determinado e sem destino. Tenho um caminho enfim. E dele faço o aguardo, o sorriso, a realização dos astros.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Prece
Que quando acabarem os vestígios de ar,
grite longe a cor da noite,
para que amanhã o dia provenha menos rude.
Que as flores brotem na sintonia da manhã o cheiro do mundo,
o cheiro do mundo mais ameno.
Que o Bom Deus amenize a dor do teu corpo, alma e coração.
Que mesmo na distância de um amigo amado, propago o afastamento desses males.
E só.
Deus, iluminai.
Durma com Ele, que eu fico também.
- Ver o amor como um abraço curto pra não sufocar. (Bilhetinho Azul - B. Vermelho)
grite longe a cor da noite,
para que amanhã o dia provenha menos rude.
Que as flores brotem na sintonia da manhã o cheiro do mundo,
o cheiro do mundo mais ameno.
Que o Bom Deus amenize a dor do teu corpo, alma e coração.
Que mesmo na distância de um amigo amado, propago o afastamento desses males.
E só.
Deus, iluminai.
Durma com Ele, que eu fico também.
- Ver o amor como um abraço curto pra não sufocar. (Bilhetinho Azul - B. Vermelho)
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Mãe
Pois qualquer solidão que entra, entra devagar.
E minha mãe sorrindo, cantando, faz brotar no meu céu um sorriso pacato. E quando a gente chora à noite tremendo e angustiada, ela faz renascer os meus sonhos sem saber.
E minha mãe sorrindo, cantando, faz brotar no meu céu um sorriso pacato. E quando a gente chora à noite tremendo e angustiada, ela faz renascer os meus sonhos sem saber.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Então a gente saiu correndo, dobrando a primeira esquina com o violão nas mãos, desafinando com o toque do vento ligiero. Duas da manhã, os dois e eu com os cabelos arrepiados, correndo dos caras. Olhamos uns para os outros e demos uma boa risada, como bons amigos fazem e sentamos na sarjeta em frente ao teatro, perto da brisa do mar. Cheiro do mar. Aí ficamos ali mesmo, ecoando vozes mesclando a minha com a deles. Nem vi o sol nascer, dormi num banquinho, escutando somente eles, e lembrando de como é bom correr com emoção e amar sem razão as coisas simples. Lembrei deles também, gente que só com sorriso abranda meu coração. Manhã clareou uma saudade, que eu senti as mãos enxugarem as lágrimas bonitas.
Assinar:
Postagens (Atom)